A reunião desta quinta-feira (11) entre Fórmula 1, FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e representantes das dez equipes ganhou manchetes. Muito pelo interesse em corridas de classificação e pelo congelamento das unidades de potência atuais, mas houve mais do que isso. A alta cúpula delineou medidas para que a próxima geração de motores seja “potente e empolgante”.
Estes foram os adjetivos escolhidos no comunicado emitido pela categoria. São cinco objetivos diferentes na missão de encontrar o motor perfeito para 2025, quando os V6 Turbo vigentes serão aposentados.
“Os principais objetivos para a unidade de potência de 2025 são: 1) Sustentabilidade e relevância automotiva e social; 2) Combustível totalmente sustentável; 3) Criação de unidade de potência potentes e empolgante; 4) Redução significativa de custos; 5) Atração de novas fornecedoras de unidades de potência”, explicou o comunicado.
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“Um grupo de trabalho de alto nível foi criado, incluindo atuais e potenciais fornecedores de motores e de combustíveis. A definição de objetivos para a próxima geração de carros e de unidades de potência é de enorme importância para FIA e Fórmula 1. Junto das equipes e das montadoras, há um alinhamento de objetivos, principalmente na necessidade de reduzir custos e alcançar neutralidade na emissão de carbono”, seguiu.
A criação de um regulamento mais acessível é chave para uma F1 saudável no futuro. Com unidades de potência caras, complexas e de pouco apelo frente ao público, a categoria deixou de encantar montadoras da mesma forma que já encantou no passado.
Com a Honda deixando a F1 ao fim de 2021, apenas Mercedes, Ferrari e Renault seguem envolvidas. As três tiveram de concordar com o congelamento de motores ao fim do ano. É um pedido da Red Bull, que perdeu a montadora japonesa e tinha dificuldades de achar nova parceira.