Piastri vê McLaren em “terra de ninguém” e projeta aproximação a Mercedes e Ferrari
Ainda sem disputar uma corrida principal da Fórmula 1 em 2026, Oscar Piastri projetou posição da McLaren na ordem de forças e destacou aprendizado na China
A Fórmula 1 parte para a terceira etapa da temporada 2026 no fim do mês de março, com a realização do GP do Japão, mas Oscar Piastri ainda vive a expectativa de disputar a primeira corrida do ano. Após bater na volta de apresentação na Austrália, abertura do campeonato, o piloto da McLaren foi retirado do GP da China pela equipe antes mesmo da largada, assim como o companheiro Lando Norris. E a previsão para Suzuka não foi das mais animadoras.
Após o problema elétrico que o tirou da etapa em Xangai, Piastri disse torcer para que a McLaren consiga reduzir a distância para Mercedes e Ferrari, as referências da F1 neste início de ano. Por enquanto, o australiano vê a equipe em uma espécie de “terra de ninguém”: não consegue acompanhar as duas ponteiras, mas também não sofre grandes ameaças de quem vem atrás.
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“Espero que possamos chegar um pouco mais perto, mas ficaria surpreso se conseguíssemos resolver todo o déficit”, admitiu Piastri. “Acho que a China foi bem representativa sobre onde estamos, que é basicamente na terra de ninguém, como a terceira equipe mais rápida. Espero que possamos nos aproximar”, destacou.
Apesar de nem ter largado para o GP da China, Piastri ressaltou que a McLaren encontrou algumas respostas ao longo do fim de semana, principalmente em relação ao motor Mercedes. Oscar acredita que a diferença para as ponteiras pode ser menor no Japão, mas não demonstrou grandes esperanças de brigar pela vitória e pontuou que o time ainda tem muito a evoluir para chegar lá.
“Acho que, sob alguns ângulos, foi encorajador. Fizemos um trabalho melhor na otimização da unidade de potência”, explicou. “Acho que ainda temos o que tirar, mas a distância foi um pouco reduzida — apesar de ainda ser grande. Então, enquanto entendemos melhor algumas áreas, também entendemos que temos muito trabalho a fazer em outras”, finalizou Piastri.

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